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CEARENSES ILUSTRES

Aqui você conhece as biografias dos cearenses que fizeram a história do Ceará. Estão catalogadas mais de 2000 resumos biográficos, com acesso detalhado às fontes de dados.

As pesquisas poderão ser feitas por Nome, Cognome, nome de Batismo, Sobrenome ou até por VERBETE BIOGRÁFICO. Boa pesquisa.

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Fatos Históricos relevantes para o Ceará

Apresentamos os registros 1 a 10 de 2203 registros

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17/Fevereiro/1887

nome:  Abdénago da Rocha Lima
Fonte:  Diccionario Bio-bibliographico Cearense - Barão de Studart

Abdénago da Rocha Lima - Nasceu em Fortaleza a 17 de Fevereiro de 1887.

Para doutorar-se sustentou Theses perante a Faculdade Medica do Rio de Janeiro, versando a dissertação sobre Rachistovanisação e suas vantagens.

É o actual Inspector de Hygiene do Estado. Está a organizar e a publicar o Boletim Trimensal de Estatística Demographo Sanitária da cidade de Fortaleza (1912, 1.o anno).

29/Janeiro/1911

nome:  Abdias LIMA
Fonte:  1001 Cearenses Notáveis - F. Silva Nobre

Abdias LIMA - Nasceu em Massapê, 29 de janeiro de 1911.

Diplomado em Línguas Clássicas. Jornalista, crítico literário, ensaísta, romancista. Da Academia.Cearense de Língua Portuguesa. Autor de vasta obra. incluindo: Cinzas (crônicas. 1933); Paisagem dos Livros (crítica, 1948); Crítica da Província, volumes 1 (1956) a 70I (1981); Cais, Caos (romance, 1969); O Sangue da Literatura (ensaio, 1970), e Os Gerânios Estão Amarelos (romance, 1976).

Também tem publicados livros didáticos sobre o idioma português, adotados em escolas do ceará e do Nordeste.

23/Novembro/1864

nome:  Abel GARCIA
Fonte:  1001 Cearenses Notáveis - F. Silva Nobre

Abel GARCIA - Nasceu em Fortaleza, 23 de novembro de 1864, filho de Manoel de Souza Garcia (desembargador) e Angélica de Souza Garcia.
Bacharel em Direito pela Faculdade de Olinda e Recife, ingressou na magistratura e foi Juiz Municipal e de órfãos em Pacatuba e Substituto do Juiz Seccional no Ceará; em Manaus, foi chefe de Policia do Amazonas e desembargador.
Abolicionista, orador, jornalista (“Libertador”, “Voz do Povo”, “Jornal da Tarde”, “Quinzena”). Pertenceu ao Clube Literário.

23/Novembro/1864

nome:  Abel Garcia
Fonte:  Diccionario Bio-bibliographico Cearense - Barão de Studart

Abel Garcia - Filho mais velho do Desembargador Manoel de Souza Garcia, fallecido com 80 annos em Fortaleza em Outubro de 1907, e de D. Angélica de Souza Garcia, nasceu em Fortaleza a 23 de Novembro de 1864.

Bacharel em Direito pela Academia de Recife em Abril de 1886, foi o primeiro cargo, que desempenhou na magistratura da Província, o de Juiz municipal e de orphãos do Termo de Pacatuba.

Prestou optimos serviços ao movimento abolicionista e á política republicana do Estado como orador e como redactor do jornal Libertador. Membro influente do Club Litterario, de Fortaleza, foi um dos redactores da Quinzena, na qual escreveu, entre outros, um trabalho sob o titulo A mulher Cearense.

Exerceu por algum tempo o logar de substituto do Juiz Seccional no Ceará (nomeação de 14 de Novembro de 1890), que deixou para acceitar o de Chefe da Policia no Estado do Amazonas, posteriormente o de Desembargador e de novo o de Chefe de Policia após a destituição do governador Fileto Pires, cargo que abandonou para entregar-se á advocacia.

Redigiu com outros quando acadêmico a Voz do Povo e o Jornal da Tarde. Voltou a occupar um dos logares na Relação de Manaus.

20/Janeiro/1840

nome:  Abel GRAÇA
Fonte:  1001 Cearenses Notáveis - F. Silva Nobre

Abel GRAÇA - Nasceu em 20 de janeiro de 1840, filho do conselheiro José Pereira da Graça (Barão de Aracati).
Bacharel pela Faculdade de Direito do Recife, Promotor Público no Maranhão (Itapecuru-Mirim e São Luís), Juiz Municipal em Belém, Santarém (PA), Goiana (PE), Santa Maria Madalena, Resende e Niterói (RJ).
Desembargador da Relação do Pará, província de que foi Vice-Presidente (1870) e Presidente (1871/1872). Deputado à Assembléia Provincial do Ceará.
Morreu no Rio de Janeiro, 26 de setembro de 1897.

20/Janeiro/1840

nome:  Abel Graça
Fonte:  Diccionario Bio-bibliographico Cearense - Barão de Studart

Abel Graça - Filho do Conselheiro José Pereira da Graça Nasceu na cidade do Icó a 20 de Janeiro de 1840.

Formando-se em direito no Recife em 1862, serviu no Maranhão os cargos de Promotor Publico das comarcas de Itapicurú-mirim e da Capital, foi Juiz Municipal da Capital do Pará e Juiz de Direito de Santarém na mesma província, de Goyanna, em Pernambuco, e de Santa Maria Magdalena, Resende e Nicteroi, na província do Rio de Janeiro. Em princípios de 1889 foi nomeado Desembargador da Relação do Pará, cargo em que se aposentou em 1890, deixando a vida publica.

Administrou a província do Pará como vice-presidente de 17 de Abril a 22 de Setembro de 1870, e como presidente effectivo, de 23 Julho de 1871 a 18 de Junho de 1872.

Representou sua província natal n'uma das legislaturas da assembléa provincial. Das suas administrações no Pará apresentou longos relatórios, que foram impressos. Falleceu no Rio de Janeiro a 26 de Setembro de 1897.

nome:  Abel TEIXEIRA
Fonte:  1001 Cearenses Notáveis - F. Silva Nobre

Abel TEIXEIRA - Nasceu em Fortaleza. Ator, Aderecista, Diretor e Vice-Presidente do Grêmio Dramático Familiar. Fundador da Sociedade dos Amadores Teatrais e do Centro de Cultura Teatral. Participou da primeira montagem das burletas O Paraíso, Os Coriscos e Alma de Artista, de Carlos Câmara, -e da remontagem, nos anos trinta, de outras peças do aplaudido comediógrafo. Em O Gólgota, por ele dirigida, fez o papel de Judas. Também atuou em peças de Silvano Serra.

30/Maio/1912

nome:  Abelardo Fernando MONTENEGRO
Fonte:  1001 Cearenses Notáveis - F. Silva Nobre

Abelardo Fernando MONTENEGRO - Nasceu em Crateús, 30 de maio de 1912, filho de Paulo Pedro de Moura Montenegro e Heloisa Semiramis Montenegro. Estudou em numerosas instituições de ensino (Instituto São Luís, Escolas Reunidas de Aquiraz, Colégio Cearense, Colégio Castelo Branco, Ginásio do Crato, Liceu do Ceará) até bacharelar-se pela Faculdade de Direito, integrando a turma de 1936.

Funcionário da Prefeitura Municipal de Senador Pompeu, dedicou-se ao magistério e às lides judiciárias.

Foi Promotor de Justiça em Jaraguá (SC); trabalhou no Departamento Nacional de Serviço do Comércio, no Rio de Janeiro, e na Federação das Indústrias do Ceará. Professor da Faculdade de Ciências Econômicas do Ceará e da Faculdade de Direito por que se formou.

Jornalista, colaborou no “Correio da Manhã” e “Diário de Notícias”, do Rio de Janeiro, e em publicações dos Estados Unidos e Espanha.

Recebeu numerosos prêmios, comendas e medalhas, Sua bibliografia é vasta e variada, destacando-se os seguintes títulos: Rui Barbosa e a Revolução Industrial no Brasil (1951); Parlamentarismo, Presidencialismo e Patriarcalismo (1952); O Romance Cearense (1953); Tobias Barreto e Machado de Assis (1954); A Ânsia de Glória de Balzac e Outros Estudos (1954); História do Cangaceirismo no Ceará (1955); Introdução a Keyserling (1955); Variações em Torno da Democracia (1956); Maquiavel e o Estado (1957); A Praça do Ferreira (1958); História do Fanatismo Religioso no Ceará (1959); Pontos de Economia Internacional (1967, prêmio José Barcelos, da UFC); Fanáticos e Cangaceiros (1973); Soriano de Albuquerque, Um Pioneiro da Sociologia no Brasil (1977); Os Partidos Políticos no Ceará (1980).

5/Junho/1918

nome:  Abelmar Ribeiro da CUNHA
Fonte:  1001 Cearenses Notáveis - F. Silva Nobre

Abelmar Ribeiro da CUNHA - Nasceu em Itapipoca, 5 de junho de 1918, filho do advogado Antônio Ribeiro da Cunha e Clotilde Ribeiro da Cunha. Orador de sua turma na Faculdade de Direito do Ceará (1945). Professor de Direito Civil, Inspetor de Ensino do Ministério da Educação.
Procurador-geral do Estado. Desembargador (1965). Juiz do Tribunal Regional Eleitoral, que presidiu.

21/Novembro/1883

nome:  Abílio MARTINS
Fonte:  1001 Cearenses Notáveis - F. Silva Nobre

Abílio MARTINS - Nasceu em Ipu, 21 de novembro de 1883.

Estudou no Seminário Diocesano de Fortaleza e no Liceu do Ceará. Indo para o Rio de Janeiro, ingressou na Faculdade de Medicina, logo, porém, abandonando o curso. Retomou ao Ceará e bacharelou-se em Direito (abril de 1914). Foi Chefe de Polícia da capital no governo de Justiniano Serpa (1920/1923).

Deputado Estadual. Repentista e poeta, considerado o Gregório de Matos cearense. Humorista, jornalista, comediógrafo.

Sua produção poética foi reunida postumamente por Antônio Sales no volume Versos Alegres (1950). Morreu em Caucaia, 26 de setembro de 1923.

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